Animais queimados no Pantanal tratados com pele de tilápia

sexta-feira, 16 de outubro de 2020

Técnica inovadora desenvolvida por pesquisadores da Universidade Federal do Ceará e do Instituto de Apoio ao Queimado tem tratado de animais atingidos pelo incêndio nas florestas com peles de tilápia.

 

 

Isso porque a pele da tilápia tem uma camada muito grande de colágeno, que é importante no processo de cicatrização da queimadura. Quem coordena o projeto é a Missão Ajuda Pantanal e o projeto Pele de Tilápia.

 

 

No caso, os pesquisadores recebem peles do peixe de água doce – que normalmente são descartadas pela indústria — de uma piscicultura. As peles são então desidratadas e esterilizadas, e ficam armazenadas em temperatura ambiente.

 

 

Depois desse processo, as peles são aplicadas em pessoas ou animais com ferimentos de queimadura, funcionando como um curativo para a região queimada e ajudando sua cicatrização. No Brasil, é a primeira vez que essa técnica é usada em animais silvestres.

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