Cientistas identificam atividade cerebral que desencadeia crises depressivas

quarta-feira, 24 de novembro de 2021

Um grupo de pesquisadores da Universidade de São Francisco, na Califórnia, fez uma descoberta que pode mudar o destino dos pacientes que sofrem de depressão severa e não respondem aos tratamentos convencionais.

 

A terapia teve início com uma americana de 38 anos. Os cientistas implantaram no cérebro um pequeno dispositivo para detectar a atividade neuronal que desencadeava as crises. O aparelho produz um estímulo elétrico profundo de seis segundos.

 

A terapia é individualizada e continua sendo experimental. O procedimento precisa passar pelas etapas que exigem um estudo clínico randomizado antes de ser submetido à aprovação para uso.

 

A estimulação cerebral profunda na depressão é uma opção terapêutica usada em centros especializados há cerca de 16 anos. Mas, até agora, os estímulos elétricos eram contínuos, com parâmetros fixos. A novidade desse estudo foi identificar as oscilações cerebrais em biomarcadores específicos para a depressão.

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