Campanha identifica primeiro desaparecido vivo após mutirão de coleta de DNA

sexta-feira, 10 de setembro de 2021

A Campanha Nacional de Coleta de DNA de Familiares de Pessoas Desaparecidas, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, possibilitou que uma pessoa em situação de rua, dada pela família como desaparecida, fosse identificada.

 

A confirmação do material genético entre familiares foi realizada pela Polícia Científica de Pernambuco. Francisco, como era conhecido, vivia há anos no centro de Arcoverde (PE). Ele não tinha familiares e nem documentos que comprovassem a sua real identidade.

 

Foi a partir daí que voluntários da cidade começaram uma busca no estado. Com a campanha, a unidade de Polícia Científica do Sertão de Moxotó, em Pernambuco, apoiou a busca e fez a coleta de DNA do homem.

 

Esse resultado mostra a importância da Campanha de Coleta de DNA, que além deste caso já possibilitou que outras 28 famílias no país encontrassem os restos mortais de seus familiares desaparecidos.

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