Cientistas brasileiros descobrem substância que evita piora do Parkinson

quinta-feira, 05 de maio de 2022

Cientistas da Universidade de São Paulo identificaram uma substância promissora para evitar a piora do Parkinson. Trata-se da estrutura AG-490, cujos resultados já foram publicados em revista científica.

 

A substância impediu 60% da morte de neurônios injetados com 6-hidroxidopamina, composto que simula os efeitos da doença neurológica. Por isso, a AG-490 foi identificada pelos pesquisadores como capaz de evitar o agravamento da doença.

 

O estudo foi realizado durante a tese de doutorado da bióloga Ana Flávia Fernandes Ferreira, no Instituto de Ciências Biomédicas da USP. A iniciativa é uma colaboração com pesquisadores do Instituto de Química da USP e da Universidade de Toronto, no Canadá.

 

O Parkinson causa a morte precoce ou a degeneração das células na região da substância negra do cérebro, onde é fabricado o neurotransmissor dopamina. A deficiência ou ausência da dopamina afeta o sistema motor. A pesquisa chega próximo a impedir elevada degeneração de neurônios.

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