Cientistas de SP criam estrutura para enxertos ósseos com colágeno de esponjas marinhas

terça-feira, 22 de setembro de 2020

Um grupo de cientistas da Universidade Federal de São Paulo conseguiu extrair colágeno e biossílica de esponjas marinhas e com eles desenvolver uma membrana para reparo de queimaduras.

Os produtos estão em diversas fases dos testes pré-clínicos. O colágeno já é um material bastante utilizado em queimaduras, úlceras da pele e como estrutura para enxertos ósseos.

Não há ainda, no mercado, nenhum produto do gênero à base de colágeno marinho, que é fácil de ser processado e ainda é absorvido pelo organismo. Os materiais disponíveis geralmente são muito caros.

Os cientistas extraíram o colágeno da esponja marinha, fizeram a prospecção para identificar o bioativo e realizaram uma série de testes biológicos para comprovar a biocompatibilidade do colágeno marinho e sua capacidade de acelerar o processo de reparo dos tecidos. O resultado vem sendo satisfatório.

 

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