Cientistas detectam genes que revelam aptidão para dormir pouco

terça-feira, 19 de abril de 2022

Pesquisadores da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, estudaram os genes associados à predisposição de um ciclo de sono mais curto — de até 6 horas.

 

Eles descobriram que, além de oferecer aptidão para dormir menos, eles reduzem as alterações cerebrais que levam ao Alzheimer. O estudo precisa de novas etapas para uma confirmação dos efeitos em humanos.

 

Para chegar aos resultados, os autores criaram cobaias que tinham os genes do sono curto e também genes que levam a uma maior predisposição ao Alzheimer.

 

Existe uma afirmação na área de estudo de que todo mundo precisa de oito horas de sono, mas este trabalho confirma, até o momento, que a quantidade de sono que as pessoas precisam é diferente de acordo com a base genética.

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