Cientistas usam processo evolutivo contra Aedes aegypti

quarta-feira, 09 de dezembro de 2020

Cientistas da Universidade Federal do Paraná conseguiram usar o próprio processo de evolução das espécies para bloquear o sistema sensorial do mosquito Aedes aegypti.

 

A estratégia foi desenvolvida por pesquisadores do Laboratório de Ecologia Química e Síntese de Produtos Naturais, da instituição.

 

No trabalho, os pesquisadores sintetizaram uma molécula derivada do ácido lático que tem a capacidade de anular o poder natural do inseto em seguir as chamadas ‘pistas químicas’ exaladas pelos humanos.

 

Essas pistas são, sobretudo, o dióxido de carbono e o ácido lático, captados por receptores presentes nas antenas do Aedes aegypti. Esta estratégia é inédita. Em testes de laboratório, o repelente mostrou atividade de dez horas, constituindo-se em um agente de alta eficiência.

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