Comércio de itens usados cresce 48,5% na pandemia

segunda-feira, 13 de setembro de 2021

A abertura de estabelecimentos que comercializam produtos de segunda mão teve um crescimento de 48,5%, entre os primeiros semestres de 2020 e 2021.

 

O levantamento foi feito pelo Sebrae, com base em dados da Receita Federal. Para a entidade, a pandemia, que aumentou o controle financeiro das famílias, e a preocupação cada vez maior com a preservação do meio ambiente, podem ter sido fatores que impulsionaram o mercado de usados no país.

 

Segundo o Sebrae, foram abertas, no primeiro semestre do ano, mais de 2 mil novas empresas no segmento, a grande maioria de microempreendedores individuais.  O levantamento abrange o comércio varejista de moedas e selos de coleção, livros e revistas e outros artigos usados, como móveis, utensílios domésticos, roupas e calçados e material de demolição.

 

Um bom exemplo são os brechós de roupas, principalmente de lojas online. Os novos hábitos de consumo fizeram as pessoas normalizar a compra de itens usados. As pessoas que ficaram mais em home-office parecem ser as que mais desapegaram. E essa é uma tendência mundial.

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