Estudo com pele de tilápia pode ajudar feridos no Líbano

segunda-feira, 17 de agosto de 2020

 

Pesquisadores da Universidade Federal do Ceará se mobilizara para ajudar as vítimas da explosão que atingiu o porto de Beirute, no Líbano.

 

 

Os cientistas, que desenvolvem um estudo inédito sobre o uso de pele de tilápia no tratamento de queimaduras, ofereceram a doação de mais de 40 mil cm2 de pele de seu estoque para o tratamento dos libaneses.

 

 

A doação depende de trâmites legais entre os dois países para a liberação do envio. Há seis anos, o cirurgião plástico e presidente do Instituto de Apoio ao Queimado Edmar Maciel desenvolve técnicas de aplicação da pele do peixe em pacientes com lesões.

 

 

A pele da tilápia age como um curativo para queimaduras de 2º e 3º grau e o seu uso acelera o processo de cicatrização além de diminuir a dor do paciente. No Brasil, mais de 350 pessoas foram beneficiadas com o procedimento.

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