Ferramentas moleculares permitem descoberta de novas espécies marinhas

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2022

O Brasil abriga um dos maiores índices de biodiversidade do mundo em ambientes terrestres e de água doce. Em ambiente marinho, apesar da grande riqueza de espécies, não se consegue coletar tantas informações.

 

Nas regiões mais rasas e próximas da costa, essas informações são coletadas com mais facilidade. À medida em que vai aumentando a profundidade, há menos espécies registradas e, portanto, desconhecidas.

 

Esse acesso à profundidade do oceano começa a ganhar mais espaço graças às ferramentas moleculares. Ou seja, os biólogos estão utilizando de sequências de DNA e compara com outros organismos.

 

Com esse método, é possível entender melhor quais são as espécies que ocorrem na costa brasileira e como elas são diferentes de outras espécies ao redor do mundo. E o Brasil tem um grande objeto de estudo molecular. Trata-se do recém-descoberto sistema recifal marinho na região da foz do rio Amazonas.

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