“Imunidade híbrida” fornece proteção mais eficaz contra covid

sexta-feira, 08 de abril de 2022

Dois estudos indicam que a chamada “imunidade híbrida” pode fornecer a melhor proteção contra covid. Uma das pesquisas foi feita no Brasil, na Universidade Federal do Mato Grosso do Sul, analisando dados de mais de 200 mil pessoas entre 2020 e 2021.

 

A infecção pela covid fornece uma imunidade contra o vírus para os infectados por um certo período de tempo. As vacinas também fazem esse trabalho, sem que a pessoa tenha contraído a doença para ficar protegida. No entanto, as duas situações juntas protegem ainda mais: essa é a chamada “imunidade híbrida”.

 

Os resultados do estudo brasileiro indicam que para pessoas que já tiveram a doença, as vacinas da Pfizer e AstraZeneca ofereceram 90% de eficácia contra hospitalização e morte, o CoronaVac obteve 81% e a Janssen em dose única, 58%. Todas essas quatro vacinas provaram fornecer proteção extra para aqueles com uma infecção anterior por covid.

 

O segundo estudo sobre o tema foi realizado no Catar e que incluiu vítimas da variante Ômicron. A pesquisa ainda não foi revisada por pares e concluiu que “a imunidade híbrida resultante de infecção anterior e vacinação de reforço recente confere a proteção mais forte”.

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