Moradores da Amazônia vão gerar renda coletando DNA de espécies florestais

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2021

Um trabalho pioneiro vai gerar renda para comunidades da Amazônia, preservando a biodiversidade da região. A partir de 2022, deve entrar em operação o biobanco da Amazônia.

 

Esta será uma arquitetura técnica desenvolvida por pesquisadores da USP liderados pelo Instituto de Engenheiros Elétricos e Eletrônicos, uma organização profissional técnica voltada para o avanço da tecnologia em benefício da humanidade.

 

O banco de dados vai armazenar o sequenciamento genômico de várias espécies da floresta, coletados pelos moradores locais, que podem ser adquiridos pela indústria farmacêutica, cosmética e alimentícia.

 

A iniciativa faz parte do Projeto Amazônia 4.0. No Laboratório de Criação Genômica, a comunidade será treinada para fazer o sequenciamento genômico da espécie. Será utilizado um sistema de registro digital para garantir transparência e rastreabilidade de contribuições ao biobanco.

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