Parque Augusta vira sítio arqueológico e revela uma SP de séculos passados

terça-feira, 04 de agosto de 2020

 

Um quadrilátero verde alvo de tantos conflitos ao longo de décadas ganhou atributo distinto nos últimos meses: o de sítio arqueológico.

 

Com abertura adiada para dezembro, o Parque Augusta se tornou espaço de uma centena de escavações em busca de indícios de testemunhos de uma São Paulo dos séculos passados e até pré-colonial.

 

As buscas arqueológicas começaram há pouco mais de três semanas. Os poços de teste são feitos a cada 10 metros do terreno, cuja profundidade varia entre 1 e 3 metros, dos quais ao menos quatro seguem preservados por conterem artefatos do século passado.

 

O principal foco é o muro, cuja preservação parcial está temporariamente determinada após a abertura de um pedido de tombamento. O estudo é realizado por técnicos da Secretaria Municipal de Cultura e 16 beneficiários do Programa Operação Trabalho, de reinserção social.

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