Pesquisadores da Unicamp desenvolveram um método que permite visualizar o material genético do Sars-CoV-2 dentro das células, em 3D.

segunda-feira, 10 de agosto de 2020

 

 

Baseado na técnica conhecida como hibridização in situ por fluorescência, cuja sigla é FISH, ele permite visualizar o vírus nas células em três dimensões e a marcação simultânea de outros componentes celulares.

 

 

Geralmente, os laboratórios usam técnicas que permitem verificar o aumento da carga viral em uma cultura de células ou tecidos infectados. No entanto, essas técnicas não comprovam que o vírus está dentro das células ou mesmo em que parte da célula ele se instalou.

 

 

Com o protocolo será possível aprofundar os estudos sobre o novo coronavírus em andamento em laboratórios do Instituto de Biologia. Na técnica FISH, os pesquisadores sintetizam uma sonda – que é uma molécula de DNA que se liga ao RNA do vírus e , ao entrar em contato com a célula infectada, a sonda se liga especificamente com o RNA do vírus e possibilitam visualizar essa marcação e é verificado precocemente.

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