Pessoas que vivem em locais arborizados tem menos risco de hipertensão

sexta-feira, 15 de maio de 2020

Um estudo conduzido por pesquisadores da Faculdade de Medicina da USP mostrou que a quantidade de árvores em ruas de São Paulo é inversamente proporcional à incidência de diagnósticos de hipertensão na região.

 

Isso traz à tona a recomendação de um incentivo maior de plantação de árvores nas ruas da cidade. Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores usaram um subgrupo de dados do Estudo Longitudinal Brasileiro de Saúde do Adulto, com dados de 3400 pessoas, que responderam questões entre 2008 e 2010.

 

A base de dados trazia todo tipo de informação, principalmente relacionadas à saúde. 32% dos participantes eram hipertensos e esses dados foram cruzados com a localização dessas pessoas e a quantidade de verde nas ruas e a distância entre praças e parques

 

A primeira pesquisadora desse estudo, a engenheira agrônoma Tiana Moreira, acredita que esse tipo de iniciativa pode e deve partir da população. Além de controlar a hipertensão, a saúde cardiovascular é beneficiada também pela redução de poluição do ar e de estresse, além do verde estimular a atividade física.

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