Pix faz 1 ano e BC diz que sistema funcionará sem internet e fará transferências para o exterior

sexta-feira, 26 de novembro de 2021

Lançado em novembro de 2020, o sistema Pix registrou em média 30 transações por habitante, um recorde de aceitação na comparação com outros países que instalaram mecanismos similares.

 

Criado pelo Banco Central, o sistema ainda está em expansão e é prevista a implementação de novas funcionalidades para a tecnologia Pix nos próximos anos, como transferências sem conexão à internet e movimentação de recursos para outros países.

 

De acordo com dados do Banco Central, 25% das operações do Pix são de até R$ 15 e 60%, de valores inferiores a R$ 100. Estes números reforçam o papel de democratização dos serviços financeiros por meio da ferramenta.

 

Sistemas de pagamento do tipo Pix existem em vários países. Na América do Sul, o Brasil superou o Chile, país em que, até então, havia sido aquele com a mais rápida adesão às transações instantâneas, com 9 operações por habitante no primeiro ano.

 

As transferências de pessoas físicas para jurídicas representaram 5,2% do total de transações de novembro de 2020, mês de lançamento da tecnologia, e hoje correspondem a 15,6% deste total. Ainda segundo levantamento, 35% dos brasileiros registrados no Cadastro Único, que reúne informações sobre beneficiários de programas sociais, têm chave Pix, assim como 25% dos que recebem o Bolsa Família.

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