Resina para impressão 3D criada na Unicamp permite produzir dispositivo implantável que se autodegrada

terça-feira, 01 de março de 2022

Pesquisadores do Instituto de Química da Unicamp desenvolveram um método para produzir dispositivos médicos implantáveis por impressão 3D.

 

O material usado é uma resina fotocurável, ou seja, que se torna sólida na presença de luz. Ela ainda é capaz de induzir no organismo a liberação de óxido nítrico, uma substância vasodilatadora, e de se autodegradar após um certo tempo.

 

A tecnologia tem teve seu pedido de patente depositado pela Inova Unicamp no Instituto Nacional da Propriedade Industrial.  O dispositivo resolve alguns dos grandes problemas enfrentados por pacientes com implantes cardíacos do tipo stent, disponíveis no mercado, e que têm o objetivo de restaurar o fluxo sanguíneo, evitando infartos.

 

O desenvolvimento da resina especial permitiu que a equipe utilizasse impressoras 3D, a partir de uma técnica baseada na fotorreticulação do polímero. A resina foi produzida em escala de pesquisa, mas pode facilmente entrar em escala industrial.

Compartilhar: