SP segue “quebrando concreto” para ampliar jardins de chuva

segunda-feira, 03 de agosto de 2020

 

 

O projeto de implementar 20 mil metros de jardins de chuva na região central de São Paulo não parou. A técnica contribui para minimizar os efeitos de enchentes e alagamentos.

 

Geralmente, construídos em calçadas ou canteiros, o processo consiste em remover parte do asfalto ou concreto da rua, escavar a área e preenchê-la com entulho reciclado e terra. Ali se plantam mudas que, preferencialmente, devem ser nativas e resilientes.

 

A constituição de quase todos os jardins de chuva tem como regra a ‘inversão’ do que se faz com uma rua. No lugar do asfalto ou concreto entra um ‘colchão’ de terra, com pedras e entulho reciclado.

 

O solo mais permeável, combinado com o canteiro ser construído em um nível ligeiramente mais baixo do que as calçadas e ruas, permite a retenção de água da chuva. Isso ajuda a minimizar os efeitos de enchentes e alagamentos, atrair polinizadores e deixar a cidade mais verde.

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