Venenos de serpente e de aranha da Amazônia têm potencial farmacológico

quarta-feira, 18 de novembro de 2020

Pesquisadores da Unifesp, da USP e do Instituto Butantan identificaram uma série de pequenos fragmentos de proteínas com potencial farmacológico.

 

 

São fragmentos encontrados no veneno da jararaca-do-norte e em uma espécie de tarântula, ambas da região amazônica. No veneno da serpente foram encontrados 105 peptídeos (fragmentos de proteínas) e no da aranha, 84 novas toxinas.

 

 

Nesse estudo com a jararaca-do-norte, os cientistas buscaram diferenciar o veneno das fêmeas e dos machos. A hipótese era de que as fêmeas poderiam ter diferenças na composição do veneno, o que foi confirmado.

 

 

No caso da tarântula, o exame das 84 toxinas mostrou semelhanças com outras que têm efeitos bactericidas, anticâncer, antifúngicos e antivirais.  O próximo passo da pesquisa é confirmar a ação dessas substâncias

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