Carma: é bom ou é ruim?

quarta-feira, 03 de junho de 2020

Muito se fala de CARMA.

 

As coisas para mim não dão certo porque é o meu carma. Algumas religiões até enfatizam que o Carma é um castigo que você tem que passar um sofrimento, que não tem jeito.“Carregue a sua cruz com classe é a sua sina.”

 

Pelo contrário, CARMA é uma OPORTUNIDADE de aprendizado que vai nos impulsionando para o crescimento. Quando encarnamos trazemos na nossa mente registros que se chamam “Registros Akashicos” que é seria uma espécie de arquivo cósmico. Nesse arquivo fica registrado que ainda não aprendemos algumas lições. Sempre que transgredimos a lei, somos obrigados a repetir as mesmas experiências, até aprender, do contrário elas irão se repetindo por diversas e diversas vezes.

 

Não é por acaso que muitas pessoas se casam três ou quatro vezes e sempre atraem parceiros com os mesmos defeitos, os que bebem ou os que passam por problemas financeiros ou os que traem.

 

Não é por acaso que na mesma família, pais, filhos, irmãos não se entendam. Se vieram juntos no mesmo grupo foi porque alguma coisa tem que aprender, e é justamente nesses laços familiares que estão os grandes carmas e também as grandes lições.

 

Pelo estudo Numerológico nós podemos perceber alguns desses carmas ou aprendizados.

 

Exemplo: pessoas que têm problemas sempre com o trabalho. Não conseguem ter estabilidade ou são sempre despedidas mesmo que sejam ótimos funcionários: A empresa fecha, ou muda a direção e o emprego acaba, e isso se repete várias e varias vezes.

 

Possivelmente são pessoas que têm a ausência do número 4 (letras D-M-V) no nome ou sobrenome, ou que nasceram num dia 13 ou ainda que tenham o número 13 na data de nascimento ou nas somas do seu nome.

 

O 13 tem a fama do número do azar. No tarô é a carta da morte, no sentido de transformação, portanto as pessoas que tem o número 13 sempre passam por grandes transformações.

 

Quem tem o conhecimento do seu mapa sabe que ao trazer dívidas de vidas passadas com relação ao trabalho, deverão ficar atentas, estabelecendo metas, não desperdiçando oportunidades porque do contrário poderão repetir novamente as mesmas experiências.

 

Da mesma forma o número 14 também é considerado um número cármico e se refere às pessoas que tiveram em vidas passadas uma vida desregrada quanto a vícios ou aventuras. Talvez tenham sido jogadores, passando as noites na rua, na boemia, nas farras, ou jogadores que perderam grandes fortunas cometendo excessos, ou ainda abusando do sexo e da liberdade inconsequente. No tarô o número 14 é representado pela carta da temperança, que dá um toque – “Tenha sempre moderação”.

 

Normalmente quem tem o 14 (5) gosta de liberdade não se importando com as consequências. Sendo assim podem voltar a ter perdas materiais, tendo uma vida instável, não conseguindo se fixar em nada, não se comprometendo com relacionamentos nem com regras. Precisam ter muito cuidado com excessos para não cometer os mesmos erros tendo que repetir a mesma lição.

 

O 16 é o número da ruína. No Tarô é a carta da torre que indica que os falsos valores desmoronaram, indica amores ilícitos no passado. Hoje se essa pessoa passa por problemas semelhantes é porque no passado não valorizou os relacionamentos ou os sentimentos alheios. Para resgatar esse carma devem se voltar para o seu interior, buscar uma fé pessoal, buscar o autoconhecimento.

 

O número 19 mostra uma vida passada em que não soube exercer a autoridade, o poder. Hoje precisam aprender a exercer uma autoridade positiva, ter consciência do seu poder. Tudo para quem tem essa divida é imediato: Bateu levou. É a lei da ação que gera uma reação.

 

Temos também grandes carmas familiares.

 

Tenho feito mapas de pessoas da mesma família que vieram no decorrer do tempo perdendo fortunas herdadas, pais que tem filhos problema, que usam drogas, cometem excessos transgridem regras, mas e que se reuniram nesse núcleo para aprender alguma lição Casais que se unem e cujas famílias vivem uma relação conturbada, irmãos que se odeiam pais e filhos que não se entendem. Sobrenomes que trazem um peso, uma energia negativa. Podemos perceber também algum tipo de problema familiar em mapas com excesso ou ausência do número 6.

 

Tudo isso pode ser aprendido e pesquisado não por curiosidade, mas para que tomando consciência, as dificuldades possam ser controladas e as situações difíceis compreendidas.

 

Utilizando o Estudo Numerológico, podemos compreender quem somos qual a nossa missão e principalmente o que viemos aprender.

 

Por:  Ana Maria Libório

Site: www.numerologa.com.br

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