Exercício reduz em até 80% proteína ligada ao Parkinson, revela estudo

Considerada um dos pilares da saúde, a atividade física tem mais um benefício. Agora, pesquisadores de Boston, nos Estados Unidos, descobriram que essas atividades também podem beneficiar pacientes com Parkinson.

Os cientistas observaram que um hormônio, irisina, secretado no sangue durante exercícios de resistência, ou aeróbicos, reduz os níveis de uma proteína ligada à doença e interrompe os problemas de movimento muscular.

O estudo, até o momento, foi realizado apenas em laboratório. Entretanto, se confirmada em pesquisas laboratoriais e ensaios clínicos, a pesquisa pode ser o primeiro passo para levar a um tratamento efetivo da doença de Parkinson.

Os cientistas utilizaram um modelo de pesquisa, que diz que as células cerebrais são projetadas para espalhar pequenas fibras finas da proteína alfa-sinucleína, que regula o humor e os movimentos relacionados ao neurotransmissor dopamina. É por este caminho que a pesquisa caminha e impede déficits de movimento muscular.

Usamos cookies para melhorar sua experiência e analisar o tráfego do site. Ao continuar navegando, vocêconcorda com nossaPolítica de Privacidade.

Configurações de Privacidade

Escolha as categorias de cookies que deseja aceitar. Você pode alterar estas preferências a qualquer momento.